quarta-feira, maio 31, 2006

Troca na Seleção

Depois do fácil jogo de ontem à tarde (o Brasil venceu por 8 x 0 o fraco combinado da Lucerna), a Seleção Brasileira acordou com uma má notícia: ao tentar dar um chute mais forte na bola, o zagueiro/volante Edmílson voltou a sentir a lesão no joelho que já o havia tirado de boa parte do Campeonato Espanhol. Para alguns, a lesão do jogador não foi tão ruim assim, se é que pode-se dizer isso. O porquê explica-se no fato de que o substituto será o volante do São Paulo, Mineiro. O jogador gaúcho sempre teve milhares de defensores da sua convocação para o Mundial, que acabou não acontecendo. Com a lesão de Edmílson, Mineiro tem a chance de disputar sua primeira Copa, e mostrar se seus defensores tinham razão ou não. Tem de se ressaltar que os dois são jogadores muito diferentes. Edmílson é mais defensivo, melhor na bola aérea e joga também de zagueiro. Ao optar por Mineiro, Carlos Alberto Parreira escolheu um jogador mais versátil, só que mais ofensivo. Um é primeiro volante, o outro é segundo. Jogadores como Mineiro a seleção tem aos montes (Juninho, Zé Roberto e até mesmo Ricardinho), já como Edmílson...
Ascensão

Apesar do pequeno atraso nos posts devido a uma falha no meu computador, volto a publicar fazendo um breve resumo do que foram essas duas últimas semanas de Campeonato Brasileiro, aproveitando pra fazer uma previsão do que ocorrerá na rodada de hoje à noite.
Começando pelo lado azul do Estado, é consenso que finalmente Mano Menezes está conseguindo tirar tudo que o modesto grupo do Grêmio pode oferecer. Ao vencer o Goiás em casa e ao Palmeiras em São Paulo, o time mostra que reencontrou a solidez defensiva mostrada nas finais do estadual. O tricolor parece estar finalmente conscientizado de que só conseguirá resultados positivos como esses se priorizar primeiro a marcação, depois a busca pelos gols. É bom se frizar também o crescimento do meia Hugo, que parece finalmente ter achado o futebol dos tempos de Juventude. O Grêmio no jogo de hoje pode ajudar o arqui-rival, se bater o não tão poderoso (como gosta de ressaltar a mídia do centro do país) Santos. Se jogar como jogou contra o Goiás, pode vencer.
O Inter tem um objetivo diferente nessas duas rodadas pré-parada para a Copa do Mundo. Ao conseguir 4 pontos contra dois times que com certeza estarão no topo da tabela no final do torneio (Corinthians e Cruzeiro), a equipe colorada mostra que tem forças pra conseguir essa almejada liderança. A boa notícia foi o bom futebol mostrado diante do Cruzeiro, mesmo com o empate em 1 x 1. Viu-se um meio-campo mais sólido do que nos últimos jogos, Alex e Tinga parecem completar-se, fazendo o time jogar mais fácil, como se diz no meio futebolístico. Hoje o Inter tenta quebrar um tabu, vencer o São Caetano em São Caetano. É o tipo de jogo que se desenha complicado, mas a vitória não é impossível, basta jogar como jogou domingo.

segunda-feira, maio 22, 2006

Preocupante

Não foi a derrota para um time de padrão médio que deixou os colorados preocupados, mas assim a forma como ela aconteceu. O técnico Abel Braga parece ter teimado mais uma vez em repetir uma escalação que deu certo, voltando aos dois zagueiros e colocando Fernandão -de atuação fraca - na meia. O Inter foi mais do que envolvido pelo Figueirense, saindo de campo no final do jogo provavelmente sem saber o porquê da derrota. Fica no ar a dúvida de como o Internacional irá reagir daqui para a frente contra os pequenos, como Fortaleza, Ponte Preta, entre outros times que virão jogar no Beira-Rio com a mesma proposta que o time catarinense utilizou com sucesso no sábado.
Outro fator preocupante: o Inter está jogando menos do que no ano passado, mesmo tendo mantido a base e se reforçado. Outro: com quase 6 meses de trabalho o técnico colorado ainda não achou seus 11 titulares, com uma decisão importantíssima na Libertadores pela frente. Preocupante, no mínimo.
O Grêmio, para felicidade da torcida tricolor, mostra sinais de reação. Como escrevi num post da semana passada, Mano Menezes teve tempo para estudar seus erros e de sua equipe, modificando o que se mostrava preciso. Deu relativamente certo contra a Ponte Preta, deixando escapar a vitória apenas no finalzinho do jogo, mesmo com 1 jogador à menos (Maidana foi expulso na etapa inicial). A meta continua sendo escapar da perigosa zona do rebaixamento antes da parada de junho, para a Copa do Mundo.

sexta-feira, maio 19, 2006


Donos do mundo

Que o Barcelona é o melhor time da atualidade ninguém tem dúvidas. O necessário era a prova disso, com uma conquista mais grandiosa do que o difícil campeonato espanhol. Essa conquista veio. Na quarta-feira, na velha Paris, o Barça bateu, de virada, ao também bom time do Arsenal, por 2 x 1. Não que o time da Catalunha tenha só valores individuais, como o melhor jogador do mundo Ronaldinho de Assis Moreira, mas o fato é que o holandês Riijkard (craque dos gramados nas décadas de 80 e 90, hoje técnico do Barcelona) conseguiu algo que muitos técnicos que por lá passaram não conseguiram: achar um time e um esquema ideal.
Na quarta-feira chegou a passar pela minha cabeça que o time do Barça sofria do mesmo mal dos quais muitos times já sofreram, o mal de "amarelar" nas horas decisivas. Ledo engano, faltando menos de 20 minutos para o final, o time catalão virou de forma fantástica um jogo que parecia amarrado e já decidido.
Eles já eram os donos da Espanha, agora são os donos da Europa, e no fim do ano tentarão, pela primeira vez em sua história, ser os donos do mundo.

quarta-feira, maio 17, 2006

Semana para balanço

O Inter encara o Figueirense no sábado, na corrida para alcançar a primeira colocação. O Grêmio pega a Ponte Preta em Campinas, sonhando com a fuga da zona do rebaixamento. Essa semana sem jogos para a dupla gre-nal serviu única e exclusivamente para a análise do desempenho demonstrado até agora no campeonato nacional. Para Abel Braga a missão é muito mais fácil. Sua única dúvida é manter ou não o esquema que bateu o poderoso São Paulo no último domingo, por 3 x 1. A vitória lhe concebeu a moral necessária para mexer ou manter os titulares que vem utilizando. Já Mano Menezes passa por momento delicado. Todas suas convicções tem se demonstrado frágeis. Mesmo mudando a cada rodada, o time parece não encontrar aquela espinha dorsal (um bom goleiro, um volante confiável, um meia criativo e um centroavante matador) que toda equipe precisa para crescer em um torneio. Contra a Ponte, Mano deve alterar o time novamente. A esperança gremista é que dessa vez o time ache o futebol perdido há algumas semanas.

segunda-feira, maio 15, 2006


Os pentacampeões esquecidos no tempo...

É interessante fazer-se um exercício de memória e lembrar do time campeão da Copa no Japão e na Coréia. Lá, jogadores consagraram-se, outros pouco atuaram, mas todos estavam lá, assistindo Cafu levantar a taça em cima do palanque da FIFA. Ronaldinho por exemplo, mostrou ao mundo que já era o melhor jogador do planeta; seu xará, o Nazário, deu a volta por cima de forma iluminada, tornando-se o maior artilheiro de Copas já visto. Kaká, hoje peça fundamental, viu a Copa passar sem nem colocar suas chuteiras nos gramados. Por aí se vão exemplos, mas criei o tópico pra lembrar daqueles que lá estavam e que hoje devem ter sentido saudade daquele ano de 2002, ao verem o anúncio dos selecionáveis para a Copa da Alemanha. Muitos não estão entre os preferidos de Parreira por causa da idade, ou por causa do momento técnico, ou por simplesmente terem caído no descaso.
Marcos - Goleiro titular na conquista de 2002, hoje amargurou a não convocação por estar num momento de sérias lesões, apesar da sua experiência inegável.
Belletti e Júnior - Incrivelmente ambos passam por ótimo momento na carreira. O primeiro foi bicampeão espanhol pelo Barcelona, e vê logo a frente a possível conquista da Copa dos Campeões da Europa. O segundo era cogitado para a vaga que Gilberto conquistou, por seu desempenho no São Paulo.
Roque Junior e Anderson Polga - estes sim podem ser considerados jogadores que caíram no descaso. Roque Junior já era contestado em 2002, hoje não figurou entre os convocados, foi preterido por Cris, zagueiro de qualidade duvidável. Já Polga foi a surpresa de Scolari em 2002, hoje é titular do Sporting, onde mantém a boa regularidade dos tempos de Grêmio.
Kléberson, Vampeta e Juninho Paulista - é estranho perceber que esses jogadores estavam lá na conquista de 2002. Dois deles foram fundamentais (Kléberson e Juninho), e hoje um está perdido em algum clube europeu, e o outro está praticamente encerrando carreira no Palmeiras. Vampeta, hoje no Goiás, já foi surpresa na lista de 4 anos atrás.
Luizão, Rivaldo, Edílson e Denílson - os 4 atacantes são os que mais surpreendem hoje. Felipão, diferentemente de Parreira, optou pela experiência a quatro anos atrás. Rivaldo, Edílson e Luizão já passavam da casa dos 30. Hoje vemos Adriano e Robinho, recém saídos dos 20. Rivaldo era o único citado por alguns para a lista de hoje, pelo bom momento no Olimpiakos.
Os escolhidos


Não surpreendeu a ninguém a lista divulgada hoje por Parreira dos convocados para a Copa do Mundo da Alemanha. Os melhores estão lá, em todas as posições. Mas nem todos estão em seus melhores momentos. Adriano e Ronaldo, a dupla de ataque dos sonhos, está em baixa: ambos vêm atuando pouco e mostrando pouco futebol em seus clubes (Internazionale e Real Madri, respectivamente). Cá entre nós, jogador brasileiro em Copa do Mundo joga o que não jogou o ano inteiro. É o que se espera dos dois. As únicas convocações que podem ser consideradas inesperadas é a do lateral-esquerdo Gilberto, e a de Rogério Ceni. Gilberto foi escolhido por sua versatilidade -jogou no Grêmio como meia e teve ótimo resultado - e pelo mal momento de seu concorrente, Gustavo Nery. Ceni foi escolhido por seu ótimo momento, depois de ganhar o Mundial em Yokohama esse é o prêmio por seu esforço. Deixou Marcos e Gomes para trás. Aí vai a lista, para quem ainda não viu:
Goleiros: Dida, Júlio César e Rogério Ceni

Zagueiros: Lúcio, Juan, Luisão e Cris

Laterais: Cafu, Roberto Carlos, Cicinho e Gilberto

Meias: Emerson, Gilberto Silva, Edmílson, Juninho, Zé Roberto, Kaká, Ricardinho e Ronaldinho

Atacantes: Ronaldo, Adriano, Robinho e Fred

Final de semana positivo

Os gaúchos cumpriram bem o seu papel nesse fim de semana. Pelo campeonato brasileiro, tivemos 2 vitórias e um empate suado no Maracanã.
O Inter desfilou pelos gramados da Beira-Rio, venceu e o mais importante, convenceu. O adversário era o poderoso tricampeão do Mundo, o São Paulo, e pior, completo, de Rogério Ceni à Aloísio. Já não bastasse isso, o Internacional não contava com Tinga, Fernandão e Clemer, além de outros reservas de luxo. Mas de luxo mesmo foi a apresentação, um 3 x 1 com atuações individuais e coletiva convincente. Destaque para o zagueiro Índio, que fez a sua melhor partida pelo Inter nesses 3 anos de colorado. O Inter caminha no campeonato brasileiro, parece não querer repetir os erros do ano passado, quando deixou de somar pontos fáceis dentro e fora de casa. Já são 13 pontos em 15 disputados.
O tricolor foi ao Rio em busca de reabilitação. Quase conseguiu. Depois de ser surpreendido por 2 gols em menos de 15 minutos, o Grêmio assentou e começou a jogar bola. Em um segundo tempo com dois a mais, teve o ímpeto de buscar o empate, que veio quase no final da partida. O resultado de 2 x 2 não pode ser considerado ruim somente pelas condições da partida. O time do Grêmio tem que estabelecer como meta para esses 6 jogos pré-paralisação da Copa a saída do grupo de rebaixamento. Acredito que só as vitórias em casa já serão suficiente, mas tem que vencer e polpar o sofrimento por um mês dos torcedores gremistas durante a Copa do Mundo.
Outro que se deu bem foi o Juventude, em pleno Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul. Percebe-se que a toca do azulão para com os gaúchos já não é mais a mesma. O time de Caxias venceu com tranqüilidade por 2 x 0.

quinta-feira, maio 11, 2006

Derrota também é bom resultado

A derrota do Internacional para a LDU nessa quarta não pode ser considerada mal resultado. O Inter jogou contra dois adversários, o forte time da Liga Deportiva e a altitude de mais de 2000 metros. O jogo começou do jeito que se esperava, o rápido time adversário atacando e alçando bolas para a área. Aos 15 minutos o colorado conseguiu equilibrar o jogo, e começou, de certa forma, a assustar o time equatoriano. Foi numa jogada de Alex que Jorge Wagner acertou um de seus chutes mais felizes em seu tempo de Inter: pegou de trivela, no canto esquerdo do goleiro Mora. A vitória seria um resultado fantástico, em plena altitude o Inter vencia a LDU. Vencia. Pois no segundo tempo o time alvi-rubro sentiu o ar rarefeito, e começou aos poucos a ceder espaços. Aproveitando-se disso, o técnico peruano da LDU colocou o time no ataque, conseguindo virar a partida. Não se pode culpar o sistema defensivo do Inter, nem mesmo a insegurança do jovem Marcelo Boeck. O gol fora de casa dá a confiança necessária que o Inter precisava para se classificar, com uma vitória simples no Beira-Rio. Pena que é só depois da Copa, daqui a quase 2 meses.

domingo, maio 07, 2006

O Poder da Gangorra

É impressionante a velha máxima de que dois clubes rivais não podem estar por cima ao mesmo tempo. Na dupla gre-nal não é diferente. Há menos de um mês atrás lembro-me de ver colorados arrasados com a perda do Gauchão para o arqui-inimigo e por uma estréia perturbadora no campeonato brasileiro, mostrando contra o Vasco um time totalmente indefinido e desentrosado com relação à Libertadores. Via também gremistas orgulhosos e sorridentes com a conquista que não vinha a 4 anos, e com uma largada um tanto surpreendente no Brasileirão, com uma vitória devastadora sobre o atual campeão, o Corinthians. Hoje, a gangorra é tão presente quanto a 30 dias atrás. O Inter vem embalado por classificação para às quartas de final da Libertadores, e por vitória em plena Arena da Baixada, sobre o Atlético-PR. O Grêmio vem numa descendente visível, perdeu para o modesto Vasco da Gama de virada no Olímpico, e muitos se perguntam onde é que está a estratégia vencedora de Mano Menezes que amarrou o time colorado na final do regional. É o poder da gangorra, que não admite que dois times estejam bem ao mesmo tempo.

sexta-feira, maio 05, 2006


Quando o futebol dá lugar à barbárie

O que se viu ontem, no confronto de Corinthians X River Plate, é daqueles fatos que mereciam ser apagados da memória. O jogo valia vaga para a competição mais importante do continente, uma almejada quarta-de-final da Taça Libertadores. Todos os ingredientes eram favoráveis: dois times de qualidade indiscutível, um estádio lotado no espírito da competição, e a rivalidade Brasil - Argentina no ar. O jogo era realmente bom, até os 40 minutos do segundo. Nesse momento começou o que podemos classificar como irracionalidade. O Corinthians tinha de vencer por um gol de diferença, mas o River foi matreiro ao saber explorar muito bem os contra-ataques. Ao ver seu time perplexamente amarrado taticamente e deixando escapar a tão sonhada vaga em uma derrota no próprio Pacaembu, parte da torcida (maior parte das organizadas) deixou a sobriedade de lado e assumiu um lado animalesco. A chutes, derrubou o frágil portão de acesso ao gramado do Pacaembú, e só foi impedida de entrar pela coragem de não mais que 20 policiais militares. Medidas drásticas teriam de ser tomadas para acabar com esse tipo de barbaridade. Exemplos como o da Inglaterra, que ficha os baderneiros e os impede de frequentar os estádios por 2 anos ou mais, não parecem tão distantes do futebol brasileiro. O importante é saber que assim não dá mais para continuar. Enquanto não se registram mortes, tudo acaba ficando como está. Não é preciso esperar por fatalidades, quanto antes forem tomadas atitudes, melhor para o cidadão de bem que frequenta o estádio.

quarta-feira, maio 03, 2006

Matar ou morrer

Ao se falar em Libertadores da América para o torcedor colorado é muito comum observar um olhar vago e um suspiro de quem presente algo de muito bom nos ares futuros. Esse sentimento de satisfação se dá pela boa campanha vermelha nesse ano de 2006, na taça. Libertadores sempre foi e sempre será sinônimo de bravura, de raça, de dar o sangue em campo. O Internacional parece finalmente ter entendido essa lição. Depois de cicatrizada a ferida da perda do título no ano de 1980, para o mesmo Nacional de hoje a noite, o time do colorado parece finalmente maduro para trilhar esse caminho. Tudo passa por hoje à noite, é matar ou morrer, e o Inter sabe disso.

segunda-feira, maio 01, 2006

Estratégia arriscada

Este bom começo da equipe colorado no Brasileirão não deve estar surpreendendo. O que está surpreendendo é o fato de que o Internacional jogou apenas a primeira partida com a equipe titular. Com 7 pontos somados em 9, o Inter deve estar surpreendendo a si mesmo, pois mesmo não fazendo apresentações luxuosas, vem conseguindo somar pontos. É preciso comparar a situação do Inter com a do Atlético-PR do ano passado. Ambos os clubes estavam na fase quentíssima da Libertadores da América, emcaminhando classificação no mata-à-mata e utilizando-se do time misto no campeonato nacional. A diferença está na classificação no Brasileiro: nas 10 primeiras rodadas de 2005, o Atlético estava entre os rebaixados, com um aproveitamento pífio, e o Inter, mesmo adotando a mesma estratégia, vem conseguindo somar pontos, dentro e fora de casa. Outra boa notícia para os colorados é a de que Abel Braga parece estar achando a escalação ideal, depois do momento delicado pós-grenal. Verêmos até quando a estratégia dará certo, mas o inicío é deveras promissor.
Difícil é falar do tricolor nesse momento. Depois do chocolate do fim-de-semana a torcida gremista deve estar passando por um momento de incógnita: o que aconteceu com o time que começou o nacional amassando o atual campeão? Um time que parecia ter achado sua espinha dorsal, que se reforçava de forma inteligente, e que vinha demonstrando um futebol, no mínimo, eficiente. Depois do bom primeiro tempo contra o Cruzeiro, parece que o time desligou sua chave geral, passando por maus resultados até o momento. A situação não é alarmante. O Grêmio tem um grupo de média qualidade, mas que possui capacidade de no mínimo manter-se na 1ª divisão. O que deve ser feito pelo técnico Mano Menezes é uma revisão dos erros dos dois últimos jogos, principalmente focando-se na bola aérea de sua defesa. Essa é uma semana importante para o tricolor, pois receberá seu segundo jogo em casa, e a vitória se mostra fundamental.