
O adeus de Zizou
Não foi a despedida esperada. A torcida gritava, aplaudia, e via com o olhar marejado e distante a apresentação final de Zidane arruinar-se. Todos queriam o Zidane de 1998. Não era preciso tanto: se o camisa 10 francês que entrasse no aparado gramado do estádio Olímpico de Berlim fosse o mesmo do fatídico jogo que eliminou o Brasil das quartas, já estaria de bom tamanho. Zizou parecia amarrado, irritado com as seguidas faltas que paravam o jogo a todo momento. Ainda assim se viu lances de genialidade, como na tabela feita no lado direito de ataque que culminou com a espetacular defesa de Buffon na cabeçada do craque. O mais triste é que a cabeçada que será lembrada não será essa, mas sim a da abrupta reação aos insultos do zagueiro italiano Materazzi. É interessante observar-se que Zidane já dava as costas ao lance, quando algo, alguma palavra bateu-lhe como um tapa no rosto. O craque virou-se, e num impulso usou a cabeça para acertar o peito do zagueiro de 1,92cm, nocauteando-lhe. Não era a despedida esperada, Zidane mesmo admitiu. O problema foi meter a mãe no meio...
2 comentários:
Nice idea with this site its better than most of the rubbish I come across.
»
Very best site. Keep working. Will return in the near future.
»
Postar um comentário